More servicesWindows Live
HomeHotmailSpacesOneCare
 
MSN
Sign in
 
 
Spaces home  Vida de ÓcioPhotosProfileFriendsMore Tools Explore the Spaces community

Vida de Ócio

Navegue no site usando o menu Categorias.
Updated 4/9/2007
Updated 4/1/2007
Updated 2/26/2007
Updated 1/29/2007
Updated 1/4/2007
Updated 5/26/2007
February 22

CAP 14 - O Valor de um Beijo

Eu sempre tive prazer em assistir as aulas de religião do colégio onde estudava. Talvez pelo fato de serem focadas na moral e na ética, trabalhando a consciência, e não as crenças.
Essa foi em 1995, quando ainda me recuperava da perda do meu tio e da minha avó, que nos deixaram no dia 22 e 25 de dezembro de 1994, consecutivamente.
A professora era bem simpática. Aquele tipo que busca agradar a todos, independente de estarmos em uma sala de aula ou numa mesa de bar.
Claro que naquela época eu nem pensava em mesas de bar. Se bem que, para minha idade, eu bem que poderia pensar... mas isso seria história para, pelo menos, uns 40 capítulos de VdO (o que não vem ao caso, com certeza!).
---
Depois de falar sobre o tema da Campanha da Fraternidade (o Marista é um colégio católico), a professora iniciou a aula com uma históiria:
 
"Um garoto como vocês sempre vinha à escola trazido pelo seu pai. Um pai amável, carinhoso e atento. E que todos os dias se despedia desse garoto com um abraço e um beijo, que fazia questão de receber.
Uma vez esse pai atrasou a chegada do filho num dia de passeio da escola. E, ao chegarem ao pátio, a turma estava toda do lado de fora da sala, apenas esperando as instruções para se dirigirem ao ônibus, que os esperava mais à frente.
Então o garoto se despediu do pai, como de costume, e se juntou aos colegas. E muito triste constatou que todos riam dele.
Riam porque um menino daquela idade não deveria se despedir do pai daquela forma. Porque era coisa de "mariquinha". Porque ele já era suficientemente crescido para não demonstrar afeto de um modo tão infantil.
Claro que, para a cabeça de uma criança, que é obrigado a conviver diariamente com outras crianças, isso é sempre muito difícil. E são acontecimentos dessa fase da vida que mudam um ser humano para sempre.
Não é necessário dizer que o garoto passou a ter vergonha de se despedir do pai na frente dos amigos. E que desse dia em diante ele não voltou a beijá-lo ao chegar na escola.
---
Uns 3 meses após o passeio escolar, durante uma aula, a escola recebe um telefonema da família do garoto, e a diretora o chama para dar a notícia do falecimento do seu pai.
E durante uma aula de religião, como a que vocês estão assistindo agora, esse menino contou que, durante o velório, beijou o pai uma última vez.
Segundo ele, essa foi a maior experiência de sua vida. Pois foi o último beijo que deu ao pai, e foi o único que ele [o pai] não pôde sentir."
 
Já ouvi dizer que essa história tem outras versões. E que não se sabe se alguma delas é real. Mas nem precisa ser. Basta ter tudo haver com o tempo que perdemos nas nossas vidas. Basta nos servir de lição para que olhemos pro céu ao menos uma vez na vida.
 
Não quero mais falar sobre isso.
 
 
January 17

CAP 13 - BRA! Um jeito diferente de voar!

Introdução
 
Eu conheci minha esposa através de um contato profissional, e só depois de 5 (cinco) meses de compromisso, nós tivemos a oportunidade de nos vermos pessoalmente.
A história que estou prestes a contar aconteceu dias antes da história contada no Cap 6, e retrata minha experiência com a companhia de aviação que faz qualquer negócio com seus passageiros.
 
Ato 1 - Goiânia
 
Após uma viagem de 19h, numa estrada que liga o Rio de Janeiro a Goiânia, passando por São Paulo e Minas Gerais, finalmente pude ver pessoalmente, pela primeira vez, após 5 meses, a minha namorada. E, como a viagem a Goiás foi um encaixe numa programação que estava pronta a quase um ano, precisei providenciar umas coisas de última hora. Passagens, por exemplo.
 
Pouco depois da minha chegada, tratei de viabilizar minha ida a São Paulo, onde ficaria 5 dias, antes de voltar ao Rio de Janeiro, de onde voltaria para casa. E, seguindo conselhos dos colegas de empresa, entrei no site da BRA. Surpreso, constatei que a viagem de avião tinha preço bem próximo ao da viagem de ônibus, e providenciei uma carona até o guichê da companhia, a fim de comprar a passagem.
 
Ato 2 - A compra
 
Chegamos ao guichê. Vazio. - Deveria ter alguém alguém aqui - pensei. E procurei algum sino ou algo que chamasse a atenção de alguém que possivelmente estivesse lá dentro.
 
Quando estava prestes a começar a bater palmas, veio um rapaz com semblante metálico me perguntar o que eu queria.
 
Não vou entrar em detalhes, mas quando efetuei a compra, ele começou as instruções:
 
- Vocêtemocódigolocalizadorquedevelheauxiliarquandovcligarparao0800praconfir marovoo (...) lembrandoqueosenhordeveráchegarcompelo menos2horasdeantecedenciaprafazerocheckinquepodesofrermudançadehorariodeultimahoraoueventu alcancelamentodependendodaquantidadedeacento svendidoseblablablablaelerolero. Alguma dúvida?
- Não. Não entendi nada...!
 
A única coisa que ficou clara é que eu teria que confirmar o horário do vôo e que teria que chegar lá duas horas mais cedo.
 
Ato 3 - O check-in
 
A viagem estava marcada para a segunda-feira. Pouco antes de sair do aeroporto eu lembrei de uma coisa: o cara me falou pra confirmar o vôo dois dias úteis antes do embarque. Massa. Mas eu comprei a passagem na sexta pra embarcar na segunda! Sábado e Domingo não são dias úteis. hummmm.
 
Voltei no caixa e confirmei o vôo. E tentei me consolar usando a máxima: "Foi barato! Foi barato!".
 
Na segunda-feira eu fiz o check-in conforme "perfeitamente" orientado pelo amigo robô. "Amigo robô"... humpf! O cara tinha uma expressão raivosa! Mas, voltando ao momento do check-in, confirmei uma preocupação:
 
- Não tem acento marcado?
- Não, senhor. É escolhido pelo senhor, no momento do embarque, dependendo da disponibilidade, claro.
- Nem portão de embarque?
- Isso será definido no momento do embarque, senhor.
- Então quer dizer que eu vou fic... deixa pra lá. Obrigado.
- A BRA agradece a preferência. Boa Viagem.
 
Eu pensei: "Foi barato! Foi barato!".
 
Ato 4 - O embarque
 
O embarque foi uma maravilha. Fiquei passeando entre os portões que não estavam sendo ocupados por outras companhias, a fim de tentar me antecipar e pegar um bom lugar na fila que estaria por se formar. E, pra minha alegria, fiquei no primeiro lugar!!
 
Já ouviu falarem que alegria de pobre dura pouco? Pois bem. A comissária pediu para darmos preferência aos idosos, gestantes, pessoas com dificuldades de locomoção e crianças de colo. Resultado: fiquei quase em último lugar! Mas beleza. Afinal "Foi barato! Foi barato!".
 
Ao apresentar o bilhete, me vi na pista do aeroporto. - Cadê o avião, pensei. E logo avistei as pessoas se dirigindo pra uma aeronave lá no final do "estacionamento". Não pensei duas vezes: corri! Ah!! Esse negócio de acento livre ia dar meleca! Eu tinha que ser rápido.
 
Ao subir no avião, um alívio: acento livre ao lado da janela! Coisa boa, hein! E, ao me aproximar do primeiro, desisti. A pessoa ao meu lado iria me sufocar! Não tinha condição! Então passei para a próxima vaga e fui me acomodar. E foi aí que eu vi que o acento estava repleto de farelo de bolachas. Me senti dentro de um ônibus! Pessoas gritando, tirando foto, catando roupas! Cortiço, seria a definição mais adequada.
 
Bom... "Foi barato! Foi barato!".
 
Ato 5 - O vôo e a chegada
 
Turbulência, raios, turbulência. As pessoas não moviam sequer as pupilas. Respirar? Só o necessário. Aliás, o avião começou a sacudir ainda no solo!! Mas não poderia reclamar da companhia. Isso pode acontecer em qualquer vôo.
 
Cheguei a São Paulo. Desci. Peguei minhas malas.
 
Alívio! Estava livre da BRA!! Teria de ligar para o Renato que iria com uma turma pra me buscar na estação Tatuapé.
Meu celular? Hummm. Descarregado. Agenda telefônica? Número desatualizado. Orelhão? Vários. Mas pra onde eu iria ligar?
 
Beleza! Me salvei de um buraco pra cair em um precipício.
 
Não quero mais falar sobre isso.
January 02

CAP 12 - Por quê?

Eu estudei minha vida toda no centro da cidade. E numa rua próxima ao colégio havia um comércio irregular de cães.
 
Para chegar ao cinema mais próximo, ou a loja de CD's, era necessário passar por esse comércio, e eu sempre me interessei por gastar um ou dois minutos do meu dia apreciando os animais que estavam à venda. Aliás, sempre tive vontade de levar um pra casa, sendo sempre contrariado pela minha mãe, que dizia em tom de brincadeira: "Se você chegar em casa com um cachorro, sai você e o cachorro!".
 
Essa época foi marcada por dias em que eu dividia meu dia em dois períodos bem distintos: num eu assistia as aulas, e o outro ficava reservado para estudos e trabalhos, que constantemente eram substituídos por passeios e filmes. Mas dificilmente eu voltava pra casa antes do cair da noite.
 
E foi num dia desses que me deparei com uma questão que, por mais que eu acredite "nisso" ou "naquilo", jamais saberei responder.
---
Eu estava voltando para o colégio, depois de um sanduíche, numa lanchonete no final da rua, quando percebi um cachorrinho que chorava mais do que o comum, entre os tantos que estavam sendo vendidos por ali. E cheguei mais perto, pra entender o porquê de tantos gritos, quando me deparei com uma cena que ficou marcada: um filhote, apoiado numa borda com suas patas dianteiras, tentando sair da caixa, e gritando sem parar. O vendedor, a cada instante, derrubava o cão de volta na caixa, enquanto o bicho voltava à mesma posição, e ao mesmo lamento.
 
Algumas pessoas achariam (e acham) isso tudo uma grande bobagem. Temos problemas demais para estarmos preocupados com o choro de um cachorro que logo mais vai estar calado e não lembrará de nada disso. Eu penso diferente. Afinal, de todos os animais domésticos, o cachorro é o que mais expressa seus sentimentos, deixando claro que, assim como necessitamos de atenção e respeito, eles também necessitam. E não é porque andamos sobre duas pernas, temos consciência de nós mesmos e aprendemos a fazer fogo que podemos nos considerar superiores aos demais. Ninguém nos elegeu.
 
E foi pensando nisso que ergui o cachorro de sua "prisão", no que pude perceber que seu tamanho não ultrapassava minha palma, e que seu choro havia parado completamente, desde o momento em que coloquei minhas mãos nele. E então, ao colocar o cãozinho em minha mão direita, ele instantaneamente encostou a cabeça e dormiu.
 
Foi o momento em que pensei: "Por que os animais sofrem?". Nós somos perversos, tiranos, egoístas, avarentos, sacanas, irônicos, rabugentos e crueis. Mas e ele? O que um filhote de cachorro, com tão pouco tempo de vida, teria que aprender com tamanha tristeza? Longe da mãe, ou de qualquer ser vivo que pudesse confortá-lo, o que seria dele? E por que ele estava passando por tudo isso?
 
Deixei ele de volta na caixa... e ele voltou a chorar. Lembrei que não poderia comprá-lo e que, mesmo que o fizesse, nunca me livraria desse pensamento que estava me incomodando tanto.
 
O resto do dia foi um borrão, e eu nunca mais vi o cachorro. O vendedor sumiu... o cãozinho também... e ninguém respondeu minha pergunta.
 
Não quero mais falar sobre isso.
December 27

CAP 11 - Crepe: Missão Impossível

Faz uns anos que eu estudei na UFPE. Poucos sabem disso, aliás. Mas foram tempos memoráveis.
Nessa época eu aprendi a subir em árvores e a curtir a natureza. Conheci o lago do campus e passei várias tardes andando pra lá e pra cá, deixando a vida passar, sem grandes preocupações na cabeça. Ah, bons tempos.
O CAC (Centro de Artes e Comunicação ou Centro de AIDS e Contaminação) era o prédio em que eu estudava Licenciatura em Desenho e Plástica. Sim... eu estudei um período desse curso. Com a intenção de fazer transferência interna para Desenho Industrial / Programação Visual, na verdade. Intenção frustrada em Julho de 2001.
E foi nessa época que eu vivi uma experiência que me marcou para sempre.
---
Estava eu fazendo a minha prova de Geometria Bidimensional, quando pensei: "Hoje eu vou para casa, almoçar o rango gostoso que minha mãe fez, e passar a tarde na praia, só curtindo. O dia está bom pra pegar umas ondas e relaxar".
Realmente, o dia parecia bom pra dar uma volta na praia e não me preocupar com absolutamente nada... e eu estava vivendo uma fase em que isso estava, definitivamente, em primeiro lugar.
Entreguei a prova, sai da sala e fui caminhando lentamente até a cantina.
Lá estavam duas colegas de sala, conversando alegremente, o que me fez pensar que a prova havia sido boa para elas, assim como foi pra mim.
Cheguei lá e puxei uma cadeira. Pedi uma Pepsi daquelas com o rótulo antigo, com um círculo em vermelho e azul, e comecei a conversar sobre algumas questões da prova.
No meio da conversa, uma delas sugeriu: "Vamos comer crepe??", enquanto a outra respondeu sem pensar: "Claro!! Nós três!! A gente vai falar com Ana e vai pra Olinda!".
Meu sentido aranha disparou! Putz! Olinda? Crepe? Falar com Ana??? E a minha praia e a comidinha gostosa da minha mãe??
Não teve escapatória. Elas foram até o campo ao lado do prédio e subiram numa árvore pra fumar a erva. Sim... Ana era a erva, mesmo. E eu fiquei embaixo, inalando aquele cheiro chato e conversando sobre um punhado de besteiras.
Começava ali a minha mais nova aventura.
Depois da erva as duas ficaram meio lerdas e não pararam de rir. Entramos no ônibus e elas estavam rindo... chegamos em Olinda e elas estavam rindo. Detalhe: Olinda fica na outra fronteira de Recife, e a viagem levou cerca de 1h! Mas tudo pela amizade!! Embora elas estivessem tontas o suficiente para me ignorarem a viagem inteira, enquanto davam gargalhadas com assuntos que eu nem entendi direito...
Mas chegamos em Olinda... e agora era isso o que importava. Íamos comer crepe... mas eu ainda não sabia do pior... porque teríamos que subir as ladeiras de Olinda para alcançar a Sé, ponto mais alto da cidade, para então acharmos o caminho até o restaurante.
Começamos a subir, e logo surgiu mais um desafio. Tolerar as brincadeiras sinistras das meninas, que agora acharam pedaços de madeira, e corriam atrás de mim apontando suas armas pro meu trazeiro. Definitivamente humilhante.
Chegamos à Sé, e uma delas soltou a má notícia: "Não sei mais onde é!". Claro! Meio quilo de erva queimada na cabeça! Quem lembra de alguma coisa, depois disso? Mas a outra indicou uma direção e eu já desci um tanto irritado, embora curioso pra comer o crepe que até então era novidade pra mim.
Chegamos ao restaurante... fechado.

Não quero mais falar sobre isso.
December 19

CAP 10 - 6/6/6 - Um dia do cão

Acordei. O clima parecia tranqüilo, e tudo parecia estar em ordem. Olhei pro céu e pensei: o dia vai ser bom, apesar da previsão dos místicos e malucos (não necessariamente as mesmas pessoas, ok?).
Tomamos café da manhã em casa, eu e minha esposa. Reforçado, inclusive. Peguei a folha de papel com a anotação sobre o que precisaria comprar no armazém e larguei em algum lugar, com pouca atenção.
Saímos de casa um tanto apressados, pra variar... mas chegamos no horário certo. E, mantendo contato por msn messenger, fomos trocando idéias, entre uma atividade e outra.
O Sandro me pegou pra Cristo, nos e-mails do X-Cluídos, mas até aí o dia estava perfeitamente normal... Até que eu me organizei para, na hora do almoço, pegar a folhinha que eu deixei em algum lugar, pra comprar as coisas no armazém próximo à empresa. hummmmmmmmmmm... Cadê o papel??
Procurei nos bolsos e na carteira, e cheguei a uma conclusão: ficou em casa.
Comecei a pensar numa forma de agilizar as coisas, e no meio da conversa nós dois (eu e minha esposa) discutimos. O assunto: fantasmas! Claro! Uma data como essa... fantasmas não poderiam faltar.
Consegui carona para ir em casa buscar o bendito papel, pois precisaria comprar o material para o dia seguinte. Afinal, um técnico iria fazer umas instalações no apartamento. Então saí às 12h pra dar tempo de voltar, comprar as coisas e almoçar.
Durante a viagem, minha mãe (a carona), me questionou sobre umas coisas que estavam estranhas na família... e como eu sempre procuro evitar contrariá-la, me esquivei das perguntas. Mas sabe aqueles dias em que você já está tão irritado com as coisas que deram errado que qualquer coisa pode lhe fazer estourar? Pois é... eu estava explodindo por dentro por causa daquela briga tola no msn... e com essa viagem desnecessária por causa de um papel. Mesmo assim, antes que eu falasse demais, chegamos em casa.
Corri até o apartamento e procurei o papel... procurei... procurei... e lembrei: "Não olhei a pasta que levei ao trabalho. Será que o papel está lá???". Automaticamente amaldicoei aquela discussão fantasmagórica que havia me desnorteado. Voltei pro carro.
"Achou", perguntou minha mãe. "Achei", respondi em um sorriso sem graça. E seguimos para um ponto de Ônibus mais próximo. Mas, no caminho, ela voltou a me questionar o que eu não queria falar ...e depois de muita insistência eu falei. Caramba... havia me segurado ao máximo, mas definitivamente não estava bem. Deixei minha mãe triste com as revelações que não queria que tivessem sido feitas naquela hora, mas senti que não tinha outro jeito.
Cheguei no trabalho e recebi o recado pra ligar pra ela (minha mãe). Liguei e conversamos mais de 40min. Nenhuma evolução. Ela continuava mal. Então liguei pra Flávia e contei tudo. Nos desculpamos e passamos a tarde bem. Mas a graça do dia havia desaparecido completamente, embora não houvesse mais segredos, o papel já estivesse no meu bolso e a briga estivesse resolvida. Já não acreditava mais no dia... e eu estava certo.
Marcamos, nós dois, no armazém mais próximo de casa... e chegamos lá pouco depois de anoitecer. Fizemos as compras e estava tudo certo. Fomos pra casa... e quando o armazém já estava fechado e estávamos quase em casa, perguntei: compramos o principal???
---
No dia seguinte pegamos uma carona, pra ajudar a superar a chuva grossa que caia. Fui deixado no armazém, porque o técnico logo chegaria em casa e precisaria do material. Consegui pegar o que não havia sido entregue na compra e corri em casa pra deixar tudo pronto. Amém! Finalmente está tudo ok. Agora é só deixar que o rapaz faça o serviço.
O técnico não apareceu.
 
Não quero mais falar sobre isso.
View more entries